Sobre nós

Um pouco mais sobre a

Freya Joias Artesanais

Lívia Müller nasceu em São Paulo e desde muito cedo teve contato com diversos tipos de arte dentro da própria família: artes plásticas através de sua mãe, Marta Müller, desenhista/pintora, seu avô músico, Aurélio Müller e sua tia Abigail Müller, designer e produtora de joias.

A transformação dos metais e cristais em joias a fascinou instantaneamente! Era algo tão mágico a seus olhos que, desde a primeira vez que foi presenteada por sua tia com um anel personalizado, quando pequena, a vontade e sensação de já fazer parte desse movimento de criação, de transformação alquímica ficou cada vez mais clara e presente.

Em 2013 inicia seus estudos em design e confecção de joias artesanais em Brasília com Wanderley Suguino do Atelier Origin.

Quanto mais caminhava nos aprendizados mais se apaixonava por todo esse universo.

Paralelamente a isso acontecia um grande aprofundamento em estudos e práticas espirituais.

Por dez anos permaneceu na tradição Budista Tibetana Vajrayana-Tantrayana, dentro da qual se iniciou em diversas práticas/deidades em retiros nas montanhas de Três Coroas – RS.

Logo também começa a se dedicar ao Hatha Yoga e, após um longo período de prática, aplica-se na formação profissional, tornando-se professora nesse estilo clássico de Yoga.

Mais tarde, acontece o reencontro com o paganismo, principalmente o nórdico, a devoção à Freya, os estudos e práticas oraculares rúnicas, resgate de condutas magicas e consciência de suas forças e guardiãs ancestrais.

Em 2021 se formou Terapeuta Holística. Após se aplicar em estudos de cura à dores da alma no âmbito energético e espiritual. Segue exercendo a profissão.

Ainda, seguido a tudo isso, os estudos voltados ao ocultismo e à psiquê humana continuam sem previsão de acabarem nessa vida…e nas próximas!

Tudo isso culmina na manifestação artística e devocional através da Joalheria Sacerdotal.

Foi extremamente orgânica a junção dos conhecimentos mágicos à confecção artesanal das Joias!

O conceito é trazer, juntamente à técnica material: consciência, intenção, imantação, manifestação com o Sagrado ->consagrando as criações de acordo com as forças necessárias. Tornando-as Joias de Poder Vivas!

Instrumentos mágicos que funcionam como potencializadores e rememoradores da sua força pessoal, da sabedoria da sua/seu mestra/mestre interno, o Divino que te habita! Que sempre esteve em ti.

Arte é Magia! <-> Magia é Arte!

Artistas e Magistas são pontes, pontífices dos diversos mundos metafísicos, intangíveis aqui para esse mundo material!

Desse caldeirão todo, nasce o Ateliê Freya Joias em 2017 e permanece em constante renascimento nos Mistérios! …a cada passo, a cada ciclo da Lua.

Jóias sarcedotais feitas exclusivas para você

Apresentamos a você uma joia em prata que vai além do comum. Energizada com intenções positivas, cada peça é única e carrega consigo uma aura especial. Que essa joia ilumine seus dias e traga consigo toda a energia e beleza que você merece.

Saiba mais sobre

Deusa Freya

Freya, Frejya ou Frøya é a mais gloriosa e brilhante das Deusas nórdicas. Regente: do amor, da beleza, do erotismo, da riqueza, do bem-estar, da sexualidade, da fertilidade, dos felinos, da magia, da vida-morte-vida, também é a líder das Valquírias, regente das batalhas, da guerra e da coragem.

Portadora do Seiðr (tipo de magia, bruxaria ou xamanismo, praticado em eras pagãs na antiga Escandinávia/ países nórdicos), sendo a padroeira das profecias e dessas práticas xamânicas (compostas por transe, necromancia, magia e adivinhação). Suas sacerdotisas eram as völvas e seidhkonas.

Renomada pela beleza extraordinária e pelo poder de sedução, ela tinha formas exuberantes e aparecia com os seios desnudos, o manto de penas de falcão nos ombros e inúmeras joias de ouro e âmbar.

Freya era considerada “A Senhora” e seu irmão Frey, “Senhor”, ambos invocados para atrair a fertilidade da terra e a prosperidade das pessoas.

Filha da Deusa do inverno: Skadi e do Deus do mar: Njord, Freya faz parte das divindades mais antigas, Vanir, e foi cedida junto com o pai e o irmão ao clã dos Æsir, como parte do acordo firmado entre os dois clãs de deuses.

Da análise de seu arquétipo, podem ser feitas algumas comparações com deusas de outras culturas e identificadas semelhança:

  • Da mesma forma que Hécate, Freya ensinou as artes mágicas às mulheres e era a padroeira das magas e das profetisas (völvas e seidhkonas);
  • Assim como Afrodite, Freya rege o amor e o sexo e teve numerosos amantes. Era casada com Odr, mas, em razão de seu desaparecimento por alguns meses do ano, Freya chora lagrimas de âmbar e ouro, procura-o e lamenta sua ausência. As duas deusas são aficionadas por ouro e joias: Afrodite tem seu cinto mágico, Freya usa o famoso colar Brisingamen e o nome de suas duas filhas – Hnoss e Gersemi – significam, respectivamente, “tesouro” e “joia”;
  • Cibele, em seu mito, era servida por sacerdotes eunucos; os magos nórdicos que usavam as práticas Seiðr eram considerados efeminados e vistos com desdém pelos guerreiros, que os apelidaram de ergi. Enquanto a carruagem de Cibele era puxada por leões, a de Freya é conduzida por gatos;
  • Também são citadas as deusas celtas Maeve, Morrigan e Macha, pois Freya tanto era guerreira, quanto sedutora, e usava a magia ou a astúcia para atingir seus objetivos. Ao contrário das deusas celtas, que sobrevoavam os campos de batalha metamorfoseadas em corvos, Freya podia assumir a forma de um falcão ou usar um manto feito com suas penas;
  • Outras deusas correlatas são Anat, Ishtar e Inanna, que têm em comum com Freya os traços guerreiros, a licenciosidade amorosa, as habilidades mágicas e a morte e renascimento (ou retorno) de seus amados;
  • Freya vive na planície de Folkvangr, em um palácio chamado Sessrumnir. Diariamente, ela cavalgava – como condutora das Valquírias – e recolhia metade dos guerreiros mortos em combate. Nesse aspecto, seu nome é ValFreya. Como recompensa por ter iniciado Odin na prática da magia Seiðr, Freya podia escolher quais heróis desejava os demais cabiam a Odin. Ela também recebia as almas das mulheres solteiras.

Como Vanadis, Freya é a regente das Disir, que personificam aspectos das forças da natureza (sol, chuva, fertilidade, abundância e proteção) e eram as matriarcas ancestrais das tribos, reverenciadas com o festival anual Disirblot, na noite de 31 de outubro.

Freya também tem seu aspecto solar: chamada de “Sol brilhante”, ela chorava lágrimas de ouro e âmbar, que eram também os nomes de seus gatos, chamados por Diana Paxson de Tregul (“ouro da árvore”) e Bygul (“ouro da abelha”). Sua busca por Odr seguia a trajetória do Sol, conforme a mudança das estações, o que também a ligava à terra. Com o nome de Mardal Ou Mardöll, Freya era reverenciada como “O brilho dourado que aparece na superfície da água iluminada pelos raios do Sol poente”.

Supõe-se que Gullveig (a enigmática giganta que disseminou a cobiça entre os deuses Æsir) tenha sido um disfarce usado por Freya, enfatizando sua paixão pelo ouro. E foi como a maga Heidhr, “A Brilhante”, que ensinou a magia Seiðr a Odin.

Nossas Jóias

Um pouco mais sobre

NOSSO ATELIÊ

O PROPÓSITO do Ateliê nasce da necessidade de viver e partilhar a beleza, a magia e o Sagrado existente no estado natural, essencial de todas as coisas e seres, o qual acaba passando desapercebido nestes moldes culturais de vida tão automático e padronizado a nós impostos!

Os Símbolos trazido em cada Arte ancoram fórmulas mágicas: no tempo de um toque de olhar…Universos se abrem nas profundezas ocultas de seu entendimento!

O CONCEITO é trazer, juntamente à técnica material artesanal: consciência, intenção, imantação, manifestação com o Sagrado ->consagrando as criações de acordo com as forças necessárias. Tornando-as Joias de Poder Vivas!

Instrumentos mágicos que funcionam como potencializadores e rememoradores da sua força pessoal, da sabedoria da sua/seu mestra/mestre interno, o Divino que te habita! Que sempre esteve em ti.

Arte é Magia! <-> Magia é Arte!

Artistas e Magistas são pontes, pontífices dos diversos mundos metafísicos, intangíveis aqui nesse mundo material!

O MATERIAL utilizado nas Joias do Ateliê são de alta qualidade: a Prata 950 e também a 925. Tal proporção está classificada dentro do conceito da “Prata de Lei” ou “Prata Esterlina”: são joias compostas por, pelo menos, 92,5% de prata pura e 7,5% de liga; uma vez que a prata pura é muito maleável é necessário formar uma liga com outros metais para aumentar a durabilidade e qualidade dessas joias.

Cristais e pedrarias diversas também são itens que podem compor as criações.

Levando em conta a junção da harmonia estética, valor simbólico de cores e geometria sagrada dentro da formação/nascimento cristalino e valor energético.

Há duas formas de MODALIDADES DE JOIAS, duas formas de conexão com as Artes:

☆ Joias previamente idealizadas: peças já canalizadas/materializadas sob o entendimento da necessidade de sua presença simbólica no mundo! Ficando, assim, disponíveis às pessoas que prontamente as reconhecem dentro de seu vocabulário magístico.

Podem ser oferecidas à pronta entrega, ou sob encomenda.

☆ Joias personalizadas: serão desenvolvidas a partir da necessidade específica de uma pessoa. Para tal, deve-se responder a ficha em: ” joias personalizadas” para estabelecer os primeiros parâmetros da canalização, dos quais envolve: existência de deidade, Deus, Deusa relacionados, ou então, sentimentos, simbologia, temáticas que suscitam a joia; Seria um anel, brinco ou pingente? Haverá cristais, pedraria, cores específicas nessa peça, ou não? Você tem preferência por joias discretas, pequenas, ou com mais presença, maiores? Etc.

Iniciado o processo com essas informações, será feito um esboço, o qual será encaminhado para aprovação do cliente.

Após a aprovação será feito e passado o orçamento e tempo para confecção do item.

Em média, são necessários pelo menos 30 dias úteis para esse tipo de peça.

Dentro da categoria Joias Personalizadas, existe um tipo específico de talismã:

  • Sigilo Rúnico ou BindRune: Através dos aprendizados e vivências como oraculista e magista no âmbito nórdico, Lívia Müller, oferece a possibilidade de canalizar/idealizar talismãs e amuletos com combinações únicas e personalizadas com as Runas.
  • A Tradição Nórdica: Antes de mais nada, precisamos nos situar a respeito da cultura que deu origem às runas, conhecida como a Tradição Nórdica. Nela se encontram os aspectos básicos da espiritualidade nativa dos povos antigos que habitavam o norte da Europa (Holanda, Alemanha, Países Bálticos, Escandinávia), as ilhas Britânicas, as ilhas Faroé e a Islândia. Originária da pré-história, a essência dessa tradição foi preservada até hoje pela transmissão oral de mitos, Lendas, contos de fadas, sagas, crenças e costumes folclóricos; pelas práticas xamânicas e pela medicina popular.
  • Runas e magia: As runas são uma forma de escrita que serve tanto para fins utilitários (alfabeto) quanto para intenções mágicas. Mas, Segundo Simek, não são meramente letras como no sentido moderno e cada runa possui um nome em particular e uma função dentro de um contexto mágico.

Para Mindy MacLeod (2000, p. 252-263) a palavra runa tem dois significados: sentido de segredo/conhecimento quanto de letra, e sua associação com magia ocorreu ainda no perfodo antigo, como a palavra haliurunnae (feiticeira), usada pelos godos.

Segundo Mirella Faur: “A raiz indo-européia RU significa algo misterioso”; a palavra RUN, em norueguês arcaico, significa ‘segredo”; a palavra RUNA, em alemão antigo significa “sussurro”. Os termos Saxões e góticos roun, rown, roon e raunen, significam “segredo ou mistério sussurado” ou “sussurro misterioso”. Essa indicação de algo “misterioso”, somente sussurrado, sugere a transmissão oral de um conhecimento sagrado e ancestral uma forma secreta de iniciação.

Assim, pode-se concluir que as runas, ainda que tenham sido classificadas como um alfabeto, representavam, na verdade, um complexo sistema espiritual pelo qual sacerdotes e xamãs ensinavam seus mistérios. Mitologicamente, as runas são associadas ao deus Odin que, no entanto, não as inventou, mas obteve-as por meio de um sacrifício voluntário, uma autoimolação semelhante às iniciações xamânicas.” Lembrando que Freya é a regente da magia, logo, regente das artes mágicas rúnicas! Foi Ela, personificada como Heidhr, A Brilhante”, que ensinou a magia Seiðr a Odin.

A magia rúnica era especialmente importante, e cada runa ocupava um efeito especial de feitiço ou magia. O especialista em runas era chamado de Rúna-meistari. A prática de gravar runas foi um grande privilégio da elite social, os membros da aristocracia (Jarls). Os utensílios gravados constituíam um acompanhamento e uma proteção mágica para a vida cotidiana.

Encantamentos rúnicos eram realizados para proteger armas, extinguir fogos e tempestades, curar, cicatrizar feridas, obter amor de uma mulher, runas da vitória (sigrrúnar), esculpidas sobre a espada; runas da cerveja (ölrůnar), para gravar sobre o corno de beber; runas de proteção (bjargrúnar), inscritas sobre a cabeça do assistente para partos; runas de ondas (brimrúnar), inscritas sobre o navio para proteção marinha; runas de ramos (limrinar), feitas para favorecer curas, cinzeladas na madeira; runas de fala (málrúnar), para conferir eloquência em assembleias; runas de sentido (hugrinar), para facilitar a compreensão. Esta inscrição reflete a crença em runas mágicas para a cura: “Ríst ek bótrúnar; ríst ek bjatgrúnar; einfalt við álfum, tvífalt við trollum, þrífalt við þu…” (“Eu gravo as runas que curam, eu gravo as runas que salvam, uma vez para os elfos, uma segunda vez para os trolls, uma terceira vez para os Þurs”, inscrição rúnica de Bergen, Noruega).

A importância da consultoria especializada em Sigilização Rúnica

Os talismãs podem ser feitos com uma única força rúnica ou com várias, combinadas em uma só forma e fluxo energético – as chamadas runas combinadas (ligadas, agregadas ou sobrepostas => Bind Runes).

Para facilitar a criação de uma combinação estética podem ser usados caracteres rúnicos clássicos ou alternativos, unidos de tal modo que seus traçados ou formas sejam sobrepostos harmoniosamente.

É necessário tanto sensibilidade quanto destreza, além do profundo conhecimento de cada runa, para encontrar a combinação de traçados que se ajuste às forças rúnicas individuais e as intensifique de acordo com a sua intenção e vontade.

Ao criar uma combinação rúnica, é possível que surjam runas adicionais, resultantes do cruzamento ou da sobreposição de linhas. Esse fato requer muita atenção e cautela, pois pode trazer runas/ forças indesejadas ao talismã! Um olhar especializado, treinado é essencial para que sua intenção de significado e poder sejam respeitados.

Runas invertidas, por exemplo, devem ser evitadas na sigilização rúnica (com raras exceções), devido ao fato da runa invertida carregar significação e potência opostos à sua ação virtuosa desejada. Diferentemente do “espelhamento” que duplica a runa! Método esse bem-vindo; sendo evitado apenas quando ele acarreta na forma invertida rúnica.

Há também algumas runas especificas que não possuem forma invertida!

Quando se opta por uma combinação personalizada, levando em conta seus valores, suas experiências e intenções cria-se um campo poderoso e muito próprio entre você e o símbolo! Ele se torna uma “ponte”, um instrumento para trazer suas potências, suas intenções à materialização.

Esse talismã será então um vórtice de energia concentrada, uma semente de sua real vontade, real essência!

O Sigilo Rúnico pode ser desenvolvido tanto para a concepção de uma joia ou também tatuagem.