Asas das Vaquírias + Echarpe beija-flor de presente!

R$ 753,00

Promoção em celebração ao nascimento do Site! 

Na compra do par de brincos Asas das Valquírias você leva de presente uma echarpe beija-flor assinada pela artista mineira Rachel Gomes!!! 

Estoque limitado! Aproveite essa oportunidade!


Para voar entre mundos!

Cada Asa possui frente e verso: um lado com o Sol outro com a Lua, garantindo acabamento perfeito em todos os ângulos!


1 em estoque


A representação de Asas nas cabeças das Valquírias simbolizam a elevação da mente-espírito desses Seres! Visão e sabedoria amplas de quem observa os acontecimentos a partir do céu diurno e noturno!

As Deusas Guerreiras

Os vikings acreditavam que a visão das Valquírias cavalgando seus fogosos corcéis era um espetáculo impressionante e inesquecível. Vestidas com armaduras e armadas de flechas, espadas e escudos, elas emergiam subitamente das nuvens, em meio aos relâmpagos e trovões provocados por seu galope. Apesar das qualidades guerreiras, elas também eram consideradas deusas da fertilidade, pois o orvalho que umedecia a terra se originava do suor de seus cavalos e a aurora boreal se formava do reflexo da luz em seus escudos.

Quando não estavam cuidando dos feridos nos campos de batalha ou levando almas para os salões de Valhalla, as Valquírias supervisionavam as batalhas de Midgard (o mundo dos homens) e protegiam seus guerreiros favoritos. No entanto, existe um significado muito mais profundo e antigo na verdadeira natureza e nos reais deveres das Valquírias, cuja simbologia é das mais complexas na mitologia teutónica. Elas não só acompanhavam os espíritos dos guerreiros mortos, mas escolhiam, antecipadamente, quem iria ganhar ou perder a batalha. Seu nome significava “as que escolhiam o mortos” e, mesmo quando era o próprio Odin que pedia às Valquírias para levarem um determinado herói ao seu salão, nem sempre Elas o atendiam. Eram conhecidas como protetoras dos guerreiros por Elas escolhidos e discordavam abertamente das ordens de Odin. Mitos mais recentes descrevem a eventual punição de Valquírias rebeldes; porém, os mais antigos relatam que a vontade delas sempre prevalecia. Quando uma Valquíria escolhia um mortal como seu favorito, ela o protegia sempre, ensinando-lhe também as artes mágicas e permanecendo como guardiã por toda a vida.

As Valquírias tinham o dom da profecia e, às vezes, mostravam em sonhos ou visões os perigos que os protegidos deveriam evitar. Aqueles que soubessem o nome de uma Valquiria específica poderiam chamá-la, pois ela sempre aparecia, para proteger ou para ensinar. Seus nomes eram Brynhild (malha de aco), Geirahod (flecha), Goll (grito de batalha), Gunnr (luta), Göndul (bastão mágico), Herfjõtur (algemas), Hildr (batalha), Hlökk (tumulto), Hrist (terremoto), Kara (coragem). Mist (névoa), Randgridr (escudo), Reginleif (herança divina), Svava (golpe), Rota (tur- bilhão), Skeggjöld (machado de combate), Sigrdrifa (raio da vitória), Sigrun (vitória), Skögul (combate), Radgridr (conselho de paz) e Thrundr (poder). Outras fontes também mencionam Alvitr, Geirabol, Goll, Hladgudr, Herja, Judur, Ölrun, Prudr, Reginleif e Svipul. As lideres eram Gundr, Rota e a Norne Skuld (“a que está sendo”); o grupo podia ser composto de nove, treze ou vinte e sete Valquírias. Às vezes, as Valquírias podiam aparecer metamorfoseadas em cisnes ou corvos.

Consideradas as filhas de Odin com Erda (ou Jord), Elas eram subordinadas à Freyja e às Nornes, assemelhadas à Fylgja e às Disir e atuavam como entidades protetoras. O maior desejo de um iniciado (vitki) era casar-se “com sua Valquíria”, ou seja, alcançá-la conscientemente para poder aprender e ser conduzido por ela. Para as iniciadas, o objetivo era fundir-se com suas Valquírias, em coragem e sabedoria.

As Valquírias foram exaustivamente descritas em diversos relatos épicos, poemas e histórias sobre heróis. Uma das Valquírias mais famosas, Brynhild, foi a heroina da lenda do rei Sigurd Em vez de cumprir a ordem de Odin e deixar que rei morresse, Brynhild lhe deu a vitória do combate. Enfurecido com sua desobediência (em especial por se tratar da filha preferida), Odin prendeu Brynhild a uma muralha de fogo, onde ela ficou adormecida até que Sigurd, montado em seu cavalo magico, atravessou as chamas e a acordou com um beijo. Outra Valquíria, Svava, a protetora do herói Helgi quando criança, encarnou como a princesa Sigurd e posteriormente se casou com Helgi, acompanhando-o quando ele morreu. Essa lenda descreve uma crença antiga que considerava as Valquírias espíritos guardiães de algumas famílias, permanecendo ligadas a certos heróis por toda a vida, recebendo sua alma após a morte e encarnando depois, na mesma família, para auxiliar e proteger os descendentes. Lendas anglo-saxônicas também relatam aparições de figuras femininas sobrenaturais do meio da neblina, que auxiliavam os guerreiros nos combates. As vezes, elas se revelavam mulheres de extraordinária beleza, tornavam-se amantes dos guerreiros mais valentes e de- pois desapareciam
 Uma versão mais recente – e bastante tenebrosa – descrevia as Valquírias como espíritos femininos ferozes, auxiliares do deus da guerra, que se regozijavam com o derramamento de sangue, teciam teias com caveiras e entranhas e, metamorfoseadas em abutres, se alimentavam dos cadáveres. Na Idade Média, os escritores românticos transformaram-nas em lindas princesas, que escoltavam os mortos para Valhalla e brindavam com hidromel, servido em taças de chifres.

-Dados Técnicos:

-Tamanho da peça: 5,5cm de comprimento apenas a asa-> 6,5cm de comprimento total com o gancho.

-Peso: 09 gramas.

-Material: Prata 950 -liga nobre: dentro dos parâmetros da “Prata de Lei”.

– Idealização, elaboração e confecção autorais exclusivas do Ateliê Freya Joias. Produção inteiramente artesanal e mágica.

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